
Fala meus anjinhos! Peço perdão pela demora, mas ta aí ~~ Começamos nossa série contando o que rola no novo arco - Terra de Prata - e como aqui temos o desenrolar do que promete ser um dos melhores arcos do jogo! Mas isso sou eu falando, bora conferir o que rola aqui nesta empreitada que chegará semana que vem no global?
Lembrando como sempre que isso é uma tradução livre dos fatos e que a versão oficial pode ser alterada em alguns nomes

O ato começa com uma conversa entre algumas pessoas, criticando alguém por ter arruinado os planos de seu mestre. A pessoa criticada diz que ainda há uma forma de se aproveitar do ocorrido pois o palco do mestre não foi arruinado e o mesmo obteve alguns materiais interessantes que pode utilizar para adaptar a história com base nisso.
A cena corta para Serdin, onde nossa alquimista Arme – da divisão Wicked – está levando uma bronca por criar uma poção contra calvície que deixa a pessoa em estado de letargia. A personagem tenta se defender dizendo que seguiu a receita original ao pé da letra e não entende o que pode ter causado tal efeito colateral no último cliente. Ao balançar seu pote, ela descobre que havia um cubo de memória dentro dele, o que deve ter ocasionado o efeito em sua mistura.
Apesar de encontrarem o problema, Arme acaba sendo afastada da Wicked devido a esta e outras várias reclamações da divisão acumuladas há anos. Alguns dias depois, o Arquimago dos Magos Violetas e avô de Arme resolve ajudá-la a passar o seu tempo de suspensão a enviando a uma excursão até a estranha ilha que caiu próxima ao reino de Serdin e que um guia será designado para acompanhá-la. Este guia se revela Ryan, um druída que está também interessado em investigar tal local e obteve permissão da própria guilda dos magos violetas desde que levasse consigo uma alquimista representando a organização.
Apesar de questionar bastante se o que estão fazendo segue os rigores da lei (E por incrível que pareça, segue), Ryan e Arme vão finalmente explorar à Terra de Prata. Chegando no local, Arme pergunta como ele conhece tão bem tal bioma e ele responde que já esteve ali antes quando encontrou um filhote de lobo perdido em suas andanças, e que o bichinho possa ter caído de Xênia quando a ilha se separou do arquipélago.
O Zé Lobão até tenta explicar pra Arme sobre o lendário continente, porém nossa maga aqui acaba se distraindo com a nova flora da região sem perceber que há monstros misturados no bioma. Eles acabam os enfrentando e ao investigar mais a fundo o que pode ter ocorrido para tais monstros ficarem hostis, Arme quase tropeça no caminho deixando outro cubo das memórias cair.

Os dois interagem com o cubo que caiu e veem simultaneamente uma visão deles mesmos do que possa ser o futuro em suas versões do universo base, falando algo sobre novos guardiões de um novo continente. Eles decidem para investigar uma outra hora, sem perceberem que estão sendo vigiados por alguém que os observa desde que chegaram à ilha.
Ao adentrar mais a floresta, ambos se deparam com o Ente Antigo, que os declara inimigos por estarem explorando recursos de seu território sem permissão. Os nossos heróis lutam contra ele e os acabam vencendo, fazendo a criatura reconhecer Ryan como o Grande Druída da Arvore-mãe e explicar que só estava seguindo ordens da Raposa. O dito cujo aparece, revelando que só queria que o Ente distraísse os invasores para roubar o cubo da memória que está com eles (E acaba roubando).
Com a ajuda do guardião da floresta, Ryan e Arme usam um atalho para perseguir o ladrão, que mais tarde acaba se revelando um caminho errado que o Ente indiciou de propósito para que perdessem a raposa de vista. Sem muitas escolhas de qual caminho tomar mais a fundo na trilha, eles são guiados por um berro visceral e acreditam que alguém está sendo atacado por algum monstro.
O druída explica que há nativos vivendo na Terra de Prata – Os Cavaleiros de Prata – uma ordem que protege tal região formada por guerreiros marciais e que havia solicitado à Serdin e Canaban para restrigirem a exploração desenfreada de grupos mercantis e outras organizações interessadas na nova região. Ao chegarem à origem do berro, descobrem – por mais absurdo que possa ser – que tal criatura era na verdade a Amy, a Oráculo da Terra de Prata quem estava treinando sua música e acaba lutando contra os convidados por concluir que eles achavam sua voz poluição sonora.
Depois da luta, Amy se acalma e pede desculpas pela hostilidade, pois ninguém havia avaliado a música dela daquela forma antes. A Raposa finalmente aparece só pra reclamar do barulho que a diva chamava de música e novamente mete o pé dali deixando os três com sangue nos olhos atrás dele. Entrando mais a fundo na floresta, ele fica escondido próximo a uma região lamacenta observando os seus perseguidores mal conseguirem sair do caminho. Eis que Jin literalmente dá um boinc na cabeça dele com o seu bastão e exige que ele explique porque arranjou confusão na floresta e principalmente com a Oráculo.

Sem dar muitas explicações – apenas que estava cansado da “cantoria” de Amy – a raposa novamente foge exigindo que o Ente Antigo lhe dê cobertura. O guardião fica sem jeito na frente do cavaleiro de prata Jin, explicando que apenas estava cumprindo ordens do novo chefe da Floresta. Ele finalmente ajuda os 4 a alcançá-la indicando o caminho certo para encontrá-lo e tem um embate contra a raposa para recuperar o que foi roubado.
Finalmente encurralado, Jin dá duas opções para a raposa pagar pelos seus crimes: Ou ser punido pelo Ente Antigo que foi feito de otário ou se juntar aos Cavaleiros de Prata para treinar como um guerreiro da ordem e explorar seu potencial. Amy fica indignada que a raposa tenha uma segunda chance mesmo a tendo assediado por tanto tempo, Jin explica que essa foi uma proposta dada pelo próprio Mestre Asin Tairin quem deseja torná-lo seu discipulo.
O monge também pergunta à Ryan e Arme o que estavam fazendo em área não autorizada pelos Cavaleiros de Prata, eles explicam que tiveram que entrar nesse lugar para recuperar os pertences que foram roubados: Dois cubos de memória. A Raposa diz que não roubou tais itens pois haviam 5 cubos que pertenciam a eles, o que indicava que houveram 3 outras vitimas antes dos exploradores de Serdin ali presentes.
Antes de conseguirem chegar a algum consenso, um terremoto toma conta da ilha e ao olharem para cima, se deparam com as deidades guardiãs da Terra de Prata – Hass e Verme Dragão – em um confronto mortal um contra o outro. Jin explica que por conta disso não permitem visitantes de fora da ilha e que agora seria tarde demais para enviá-los de volta à Serdin. A única solução é eles procurarem abrigo no Templo dos Cavaleiros de Prata.

O que temos até aqui?
O arco começa com uma transição agradável do núcleo de Vermécia até a nova região, iniciada por uma razão simples e direta sem apresentar um perigo iminente como aconteceu em arcos passados. Aqui a razão de Arme e Ryan – personagens centrais da trama – investigarem a ilha é por conta de seus objetivos pessoais que acabam se cruzando num interesse em comum, dando maior organicidade à narrativa da trama.
A apresentação dos personagens da terra de prata – Amy, Jin e claro, o Asin (Porque ninguém desconfia que a raposa aqui mencionada é o dito cujo) também acontece de forma natural no decorrer do capitulo. Inclusive, o arco aqui faz um favor que o jogo devia desde o mundo 9 – Pandemonium – em explicar a origem da raposa azul, revelando principalmente o fato de que ele não é humano (E mais para frente vocês vão entender direito o que ele é). Talvez compartilhando essa característica com sua contraparte da linha regular, o que explicaria bastante coisa sobre seu passado num geral.

Os inimigos que enfrentamos tem um papel recorrente durante o arco, não apenas jogados como chefes e isso se mostra uma característica presente desde o Arco 10 (Floresta do Terror), incluindo principalmente os personagens centrais da Terra de Prata que se desentendem com os heróis de fora da ilha. E aqui, temos uma distinção característica de Jin principalmente, que ao contrário da sua versão base que é um fanático por Amy (pra não dizer outra coisa, mas tem chifres e faz MUUU), mas um guerreiro respeitado, sábio, centrado em seu papel como um dos mais notórios da ordem dos cavaleiros de prata e que não se tornou um mestre devido à sua humildade.
E por fim, temos a icônica cena da luta de titãs no céu, revelando que se tratam sim do Paprion (como é chamado no GCC, Hass no original) e do Verme Dragão, lendários chefes que aparecem também com seu respectivo papel do jogo para computador aqui no mobile. E não podendo faltar, a menção à Xênia como a origem desta ilha e que a mesma se desprendeu do continente celeste por… Bem, vamos descobrir o motivo no segundo capítulo!
A demora pra postar a resenha vai valer a pena, porque esse arco só tem a melhorar! Mas isso deixamos para amanhã ~~ Até a próxima!
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