
Fala meus sorvetes de pistache! De novo aos 45 do segundo tempo, mas trazemos para vocês a resolução do Arco 19 com o Capitulo Final 5! Eu sinceramente não tava esperando muito dessa conclusão de mundo, mas ela é de surpreender a qualquer um, trazendo várias intrigas, revelações importantes e um final que deixa qualquer um maluco! Mas quem sou eu pra decidir? Bora conferir com suas próprias orelhas como a aventura na Terra de Prata se encerra ~~
Lembrando como sempre que isso é uma tradução livre dos fatos e que a versão oficial pode ser alterada em alguns nomes

O ato começa no Jardim do Criador momentos depois que Myst congela o tempo para impedir que o Legado do Criador exploda ao sair do controle. O Soberano dos segredos explica que só congelou o tempo para evitar que o outro lado (cof cof, Lapis) consiga sobrescrever a realidade imediatamente, apesar dela já procurar outras formas de fazer isto. Ele também alerta que não deveriam enviar mais do que um ou dois humanos para aquela linha – especialmente arcanjos - sob o risco de acelerar o processo.
Urara e Neption tem a ideia de enviar Elesis para a nova linha do tempo, de forma que a ruiva se prendesse ao Serafim dos Mares como uma arca e usasse como uma âncora a promessa feita por Urara de não desistir de sua missão com ajuda de seus amigos, desta forma, a cavaleira não seria assimilada completamente pela nova linha do tempo, assim podendo continuar a missão dada por Ernasis.
Alguns outros membros da Grand Chase que estava em Ernas (Asin, Amy, Jin, Ryan e Ronan) são trazidos da linha do tempo congelada para o paraíso superior sem fazer ideia do que estava acontecendo. A Serafim da Promessa explica que era necessário eles presentes para fazerem uma promessa de acreditarem no sucesso da missão da Elesis, construindo a âncora para que ela pudesse retornar em segurança após concluir a ordem dada pela deusa criadora.

Asin começa a reclamar sobre o que está acontecendo e que era melhor terem deixado eles presos na linha do tempo para que não fizessem ideia do que aconteceu após tudo ser resolvido e pergunta o que tem de tão extraordinário no lugar onde a espadachim será enviada. Neption diz que não faz ideia do que mudou tanto naquela nova realidade pois o Legado do Criador nunca durou tanto tempo, porém tinha ciência de que várias mudanças drásticas podem ter ocorrido, incluindo uma pessoa que deveria ter morrido e ainda está viva.
Sim, Asin ouviu isso, pensou em uma certa pessoa e isso vai dar muita m*** depois.
Na linha das trocas de classe, Arme, Ryan e os cavaleiros de prata estão cuidando de feridos após os eventos do final do último capítulo que fez o vulcão da Terra de Prata entrar em atividade. O Asin daquela linha do tempo ainda está furioso que Grandiel (versão Billie Eilish) tenha os enganado se passando pelo mestre Tairin e o mesmo ainda esteja desaparecido. Jin pede que seu colega se acalme, pois as chances do mestre ainda estar vivo são mais altas do que de discipulos imaturos e que ele deveria se concentrar em quem está ferido primeiro. Eis que a raposa diz que como discipulo de Tairin, era sua obrigação primária confirmar o bem-estar de seu mestre com seus próprios olhos e foge para onde está Grandiel.
Victor e Iyoung dizem que esta é uma situação embaraçosa e que acabaram se deixando manipular pela disputa sobre quem se tornaria o próximo Grão-Mestre. O monge explica que pra começo de conversa, as Vajras é quem qualificam seu usuário e não o contrário, portanto a disputa para portá-las foi sem sentindo algum. Victor diz que é engraçado ouvir isso de Jin uma vez que ele costuma não seguir as regras dos Cavaleiros de Prata e que segundo estas, os mestres têm a obrigação de proteger seus discipulos antes de si mesmos, ordenando que ele vá atrás de Asin que agora é um dos alunos do Templo.
Amy pede para ir junto já que mesmo não sabendo exatamente o que o Grandiel quer dela, pode usar essa oportunidade para trazer Ayla de volta. Victor aceita o pedido da pequena sacerdotisa desde que Iyoung vá junto com ela para garantir seu bem-estar. Arme e Ryan também se oferecem para ir auxiliando o grupo na busca por Asin e por Ayla.

Chegando no Território do Verme Dragão, eles enfrentam vários monstros que estavam adormecidos antes do Vulcão entrar em atividade. Enquanto isso, Asin alcança o bruxo para dar satisfações sobre onde está o mestre dele e desde quando o bruxo estava o imitando. Grandiel repara que a raposa está recuperando suas memórias aos poucos e não acredita que terá que explicar a mesma coisa duas vezes.
É mostrando um flashback no Jardim do Criador onde Jin, Asin e Amy estão conversando e o guerreiro pergunta como era a Terra de Prata antes dos eventos que arruinaram a ilha e o clã de lutadores. Jin conta que era uma época de paz e que tinha saudades daquele tempo apesar de na época ser um guerreiro imaturo, mas gostava de compartilhar as lembranças felizes da época com seus novos amigos. Asin então decide ele mesmo conferir como era essa época entrando na linha do tempo através do portal para o novo mundo, assim também reencontrando seu falecido mestre nessa outra realidade.
Voltando ao Território do Verme Dragão, Asin (a versão troca de classe) está na entrada do local onde Grandiel e o Verme Dragão se encontram. A raposa diz que apenas Amy tem permissão de passar e que abre uma exceção para Iyoung por ser sua guardiã. O grupo acha que Asin também está sendo controlado por aquela pessoa (Grandiel) e que se for o caso, terão que lutar contra ele tendo a vantagem de ser um três contra um. A raposa então usa sua carta na manga e com ajuda dos cubos de memórias de Ryan, Arme e Jin, cria clones de suas versões do universo base para lutar contra eles.
A luta é difícil e eles por um triz conseguem sobreviver, Asin explica que não tem como eles vencerem já que estão lutando contra seus próprios espelhos. Jin então pergunta quem é a cavaleira ruiva atrás deles e apesar de Asin achar que o seu colega só estava blefando com um truque velho, ele é surpreendido por Elesis e seu grupo que chegam ao local e o derrotam.

Uma ceninha mostrando as versões base dos personagens naquela cena (Asin, Jin, Arme, Ryan e o próprio Asin) se desenrola dando um sermão na raposa que foi muito irresponsável em ignorar o plano dos Serafins e até mesmo pôr Jin e Amy em perigo. Ryan pede calma nessa hora e diz que Elesis acabou os encontrando à tempo, mesmo Arme achando que foi por pura sorte. A ruiva diz que não foi sorte e que foi guiada por uma sacerdotisa de cabelos brancos em seus sonhos até o território do verme dragão, uma vez que não conseguiram localizar os cubos de memória em posse de Asin. O druída pergunta ao cavaleiro de prata se ele faz ideia de quem era essa sacerdotisa e Jin responde que nunca ouviu falar dela já que aquela Terra de Prata era diferente da linha do tempo original, sem entender também porque Asin naquela realidade se tornou um monstro.
A raposa explica que fez isso por livre e espontânea vontade e que deveriam esquecer-se dele e de seu nome pois sua identidade pertence ao seu mestre, sendo a única forma de reencontrá-lo. Arme diz que cabe a ele fazer o que quiser com o nome que seu mestre lhe deu e pergunta se o amigo chegou a entrar em contato com quem foi responsável pela linha do tempo alternativa. Elesis pergunta de quem estão falando e a maga explica sobre ser a mesma pessoa que está trabalhando com pelo menos 5 arquétipos como Metatron e Leviatã. Havendo ciência da existência de mais três – o arquétipo dos demônios, dos ceifadores e da humanidade – e que todos estavam vindo atrás da cavaleira.
De volta a realidade das trocas de classe, Decane conclui que se não fosse a interferência de Asin, Elesis não estaria vagando feito uma barata tonta sem cabeça por aquele mundo antes de se encontrarem. Após uma troca de ofensas entre a ruiva e Karina (com Lass tentando remediar a situação) e a própria Vice dizer que sua esposa é assim “porque sim”, eles comentam que chegaram até o local após Ayla os guiarem através de seus sonhos pedindo ajuda. Asin então os alerta para tomarem cuidado pois aquele mais adiante não era mais o Grandiel que conheciam.

Lá dentro, Amy tenta explicar que realmente não recebeu qualquer outra instrução da Ayla além do que já foi explicado. O elfo diz que não acredita em nenhuma palavra e que era pra pequena sacerdotisa despertá-la com a música capaz de chamar até os próprios deuses. Eis que o cubo de memória da Amy se materializa – deixando Grandiel surpreso pois achou que Asin tinha se livrado dos demais cubos – e diz que era hora dela e da outra Amy fazerem um dueto imperdível para despertar Ayla.
A Grande Sacerdotisa enfim desperta dizendo que só não despertou antes com a música de Amy pois tinha “algumas coisinhas” para serem resolvidas e que nesse meio tempo, chamou ajuda para lidar com Grandiel pois sabia que não seria capaz de fazê-lo por conta própria. O mago pergunta quem ela chamou e a sacerdotisa responde que são pessoas que ele não gostaria de conhecer.
Elesis e o restante do grupo finalmente aparecem, o que deixa Grandiel surpreso com Asin não ter conseguido deter ninguém de se aproximar deles. Decane olha bem a fuça do cidadão e como ele a conhece muito bem – chamando-a de Decane, não apenas de Karina Erudon – a mesma conclui que aquele realmente se trata do verdadeiro Caxias Grandiel (Ou a loirinha elfa do tcham como gostamos de chamar).
Decane já começa querendo respostas sobre com quem o mago está trabalhando e porque ele está nessa linha do tempo. Ele responde que ali não era palco para este tipo de conversa e transporta Elesis e ela junto com ele para uma dimensão temporária diferente a fim de esclarecerem algumas coisas. A ruiva já quer saber se ele tem envolvimento com as outras duas arquétipos (Leviatã e Metatron) e o que aconteceu com Cindy e Kyle. Ele responde que as crianças devem estar bem se não se meterem em problemas desnecessários, mas não quer falar desse assunto por enquanto e pergunta se a ruiva não pode fingir que nada do que rolou ali aconteceu. Elesis fica ainda mais irada e diz que o Grandiel que conhecem jamais teria feito algo nesse nível e que não vai perdoá-lo tão fácil.

Após retornarem ao Território do Verme Dragão, Grandiel diz que a Oráculo venceu e que não poderia superar seu trunfo. Entretanto, o próprio Verme Dragão se liberta dos seus grilhões já que o bruxo descumpriu com o contrato de não usar mais o seu poder de parar o tempo. O que faz o guardião entrar em crise e questionar qual é o seu real objetivo e se todo esse tempo estava sendo manipulado ou não. Ayla tenta contê-lo, mas suas forças são insuficientes para acalma-lo, levando nossos heróis a uma luta inevitável contra a besta guardiã com ajuda de Iyoung.
Após vencerem a luta, o Verme Dragão questiona se é capaz de mudar o seu destino e que a única coisa de diferente que fez todo aquele tempo foi tirar a vida do seu melhor amigo, Hass. Iyoung diz que o outro guardião ainda está vivo e que agora ele deveria descansar antes da Grande Oráculo decidir o seu destino. A cena no vulcão termina com Decane achando patética a situação do Verme Dragão, apesar de Elesis a lembrá-la que ela também já foi assim na outra realidade, e a esposa da Karina reforça que só a está tolerando por enquanto pois odeia ainda mais quem a arrastou para essa bagunça por mero capricho.
Voltando ao Templo dos Cavaleiros de Prata, Ayla comenta com Elesis que a agradece muito por a ajudarem a se livrar de Grandiel. Elesis se desculpa pois toda essa confusão foi causada pelo próprio Asin da verdade realidade dela, mas a Oráculo confirma que na verdade – e sem saber – foi Asin quem salvou o dia impedindo que o ritual para invocar os deuses de Xênia fosse concluindo como o Grandiel queria. É mostrada uma cena em que assim que chega a Terra de Prata alternativa, Asin (ainda da linha base) encontra o Grandiel e aceita um acordo de ele se tornar um monstro sem nome para que assim tivesse a chance de reencontrar o mestre Tairin, pois de acordo com o bruxo, não poderiam haver dois Asin’s coexistindo na mesma realidade.
O Ato termina com Metatron e Leviatã dialogando sobre o andamento do plano de Grandiel ocorrer sem nenhum problema e que ele estava tendo muita atenção da mestra por culpa do Arquétipo dos Ceifadores não cooperar com sua parte do plano. A soberana dos mares também comenta que se não fosse por este ter negligenciado sua obrigação, o Imperador também teria feito sua parte, questionando o que houve ao verdadeiro Arquétipo da Humanidade.
Uma cena final mostra que duas figuras conhecidas estão de volta após serem revividas: Heitaros e Pino vão causar problemas novamente na linha das trocas de classe?

O capitulo final encerra com chave de ouro este arco e não só dá um cliffhanger pro que talvez seja uma próxima aventura no continente de Xênia ou mesmo no Mundo dos Demônios, mas faz um favor enorme que o jogo ficou devendo no Arco 9 – Pandemonium: Dar profundidade pro Asin e sua relação com o mestre, a ponto dele ser capaz de fazer uma tremenda besteira.
E aqui temos outra grande revelação que nem mesmo eu esperava: O AsinT é realmente o Asin base que foi por conta própria até a linha das trocas de classe, ocasionando não só em problemas para a Terra de Prata, como para o próprio plano dos Serafins de só mandar a Elesis para aquele lugar a fim de cumprir com sua missão dada pela deusa Ernasis.
Um ponto que deixa ainda mais triste e comovente a história do Asin aqui é que ele se dispos a perder as próprias memórias para se tornar um yokai sem nome, já que sua existência conflitaria – segundo Grandiel – com a do mestre Tairin por ambos carregaram o mesmo nome. Porém, dá pra perceber que o próprio bruxo manipulou Asin a esse ponto para se livrar dos cubos de memória e impedir que seus planos fossem frustrados pelos heróis, a ponto de conduzir a própria raposa para o destino inevitável que levaria ao fim do seu mestre.

Outro ponto de grande destaque é a participação de Ayla neste arco que resolve a situação utilizando-se de um conceito muito discutido no meio cientifico: Sonhos serem portas para outras realidades e até mesmo para outras linhas do tempo, o que a faz ter ciência das versões bases dos personagens e até duvidar se sua existência é mesmo algo real ou só apenas uma ilusão, até mesmo sendo algo feito pelo sonho do Criador.
Aqui também é revelado o objetivo original do Grandiel: Chamar os deuses de Xênia e talvez usar de seu poder para ajudar no plano da mestra. Entretanto, o mesmo teria sido frustrado justamente por Asin que atrapalhou o ritual de clamor aos deuses e fez a Terra de Prata descer até Ernas.
Mais um ponto interessante é a menção de dois novos Arquétipos: O dos demônios e dos ceifadores (Haros), que provavelmente terão participação na história nos próximos capítulos. Algo curioso sobre o Arquétipo dos Ceifadores é o fato de que a forma em coreano de escrever o termo também serve para escrever a tradução para “Deus da Morte”. Leviatã e Metatron comentam que ele havia descumprido com sua parte no plano de sua mestra, o que indica que ele já havia agido antes na história, e curiosamente, Um ceifador que tem uma evolução para um deus da Morte é o próprio LupusT, quem aparentemente apareceu no Arco 18 (Ilha de Eryuell) ajudando Ziddler a despertar o poder das chamas azuis no Lass naquela realidade. Em outras palavras, o Lupus nessa linha do tempo pode ser o Arquétipo dos Haros/Ceifadores.
Pra quem não se lembra, o nome do selo da Alma do Lupus(T) é literalmente “Thanatos”.

E não podendo faltar, a cena final nos revela que Heitaros e Pino reviveram do mundo dos mortos, o que indica que são suas versões da linha base, até mesmo com o corpo antigo do extinto Deus Demônio, que era apenas um receptáculo temporário até seu novo corpo – que foi destruido por Lire no Arco 11 – estar completo. Porém é interessante notar que eles mencionam sobre o quão fantástico é o Poder da Criação e assim sendo, os dois podem ter envolvimento na patotinha da Lapis, talvez com até mesmo Heitaros ser o Arquétipo dos Demônios.
Se vai ser o caso, a gente descobre lá pra Maio com o Arco 20 ~~ Até a próxima meus amores! S2
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